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Prosa na piscina de pedras
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Falo de começo e (re)começo,
da saudade do que ainda não vi,
do estar presente quando ausente,
de paradoxos, praticamente.

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Cada resposta, muitas perguntas
com vontade de ser agora.
É uma angústia por aplausos,
que sabe o sabor da demora.

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Demora porque quer,
demora porque sim.
Talento é dom treinado.
Demora, porque tem que ser assim.

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O palco agora
é o palco que não é.
Não tem luz, não tem coxia.
É de pedras... de sonhos, fantasia.
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Comentários

  1. "Demora, porque tem que ser assim"...se não fosse perderia todo o encanto!

    Adorei o video, nunca tinha visto...obrigada por dividi-lo!

    Bjs

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  2. essa é a diferença de mim pra você, de quem tenta escrever e de quem sabe, rs... você pega palavras e consegue dar significado para o que não tem. a loucura, as palavras desconexas... entendi. não sei se do jeito que você quis passar, mas li o que era seu e tomei para mim.
    fantástico! adorei =)

    beijo

    ResponderExcluir
  3. "talento é dom treinado", vc arrasa!
    Beijo

    ResponderExcluir
  4. "da saudade do que ainda não vi,
    do estar presente quando ausente"

    adorei a passagem, sinto muito isso...

    Bjs

    ResponderExcluir
  5. aplausos...
    Eu vivo a ter saudades do que ainda não vi.
    E sempre querendo estar presente quando ausente!
    A vida é mesmo paradoxal. Mas de outro mundo mesmo é esta tua poesia. Verso, atrás das cortinas vermelhas da imaginação, pintados por alguém que sabe de fato o que está fazendo.

    Já disse que estava com saudades dos seus textos?

    *Beijo

    ResponderExcluir
  6. essa é a diferença de mim pra você, de quem tenta escrever e de quem sabe, rs... você pega palavras e consegue dar significado para o que não tem. [2]

    ResponderExcluir
  7. fiz com seu blog o mesmo que faço com os seriados que gosto. Deixei acumular para poder ler tudo de uma vez. hahahaha...

    E olha que sorte a minha...agora tenho muitos textos ótimos para ficar lendo e relendo.

    Bom ver que vc ainda escreve incrivelmente bem, e que a sincronicidade persiste.

    beijos!

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