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Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão

Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

(Cazuza)

Comentários

  1. Amo cazuza

    Amo essa música

    eu também quero a sorte de um amor tranquilo

    coincidências...hum, boa pergunta

    vou pensar sobre isso...hehe

    beijossss

    ResponderExcluir
  2. É por essa e por (muitas) outras que sou fã desse cara!

    ResponderExcluir
  3. O Cazuza era um grande cara, vc parece ser fã dele como eu sou do Renato (Russo), cada um a seu estilo marcou uma época, nostálgico...
    quanto à letra propriamente dita, esse "amor tranquilo" que se busca pode estar mais perto do que se imagina. Pode estar aí dentro e, por vir de dentro para fora, dá para moldá-lo como a gente quiser. Com ou sem o toque!

    **beijooos

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