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Talvez vocês, queridos leitores, não saibam, mas é fato que nós – e vocês – estamos escrevendo (literalmente) a História. Sim. História com “h” maiúsculo. Estamos vivendo uma época histórica, a era em que o mundo conheceu a Internet! Imaginem a cena: seus netinhos em frente a modernas telas de LCD, aprendendo a desenhar, ou quiçá, criando bonecos de argila em realidade virtual, ouvirão suas “tias” (dificilmente mudarão as nomenclaturas) explicando que, em meados de 1995, o Brasil começava a navegar nas ondas da grande rede mundial de computadores. Ufa! Ao calcular rapidamente em seu palm-top, um guri mais espertinho gritará “Meu avô tinha doze anos nessa época!”. O avô em questão é/será o autor que vos escreve.


Quando eu tinha a idade de meu futuro neto no episódio acima, sequer imaginava usar um computador em casa. Dez anos depois, não vivia sem um deles em meu quarto. Cada avanço da internet, torna-se um item absolutamente necessário em nossas vidas. Começamos pelos e-mails e sites de busca, passamos para as salas de chat, evoluídas em mIRC, ICQ, MSN etc, blogs e flogs, napsters e kazaas, submarinos e mercados-livres, e-mails gigantes, orkut e seus derivados e agora o incrível You Tube. O que estariam os gênios da informática pensando nesse exato instante?! Que idéia mirabolante estariam inventando agora e que, em alguns meses, nos tornarão completamente dependentes dela?


Bom, torcemos para que Stanley Kubrick e até o Exterminador do Futuro estejam errados, e que para sempre exista uma mente humana por trás de qualquer nova “loucura” da internet. Afinal de contas, o homem humano, burro que é, sempre evolui por fora, e esquece que falta muito o que conhecer por dentro... “Error. No donut for you”.

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OÁSIS

Se um palíndromo é quando uma palavra ou frase possuem o mesmo significado lidas de trás para frente, farei algo parecido com o título desse texto, chegando à esquisita palavra “sisão” (tomei a liberdade de por um til nesse acento pra dar mais sonoridade). Assim, escrito com “ésse”, Sisão é o nome de uma ave de pequeno porte, encontrada no sul da Europa e na Ásia; infelizmente em perigo de extinção. Quando escrito com “cê”, chegamos a uma espécie de palíndromo, palavra com aspectos que se assemelham a uma possível interpretação para oásis. Lemos “cisão”: separação, divisão, exclusão.   Coincidência estarmos vivendo divididos, separados uns dos outros e, sim, diante da possibilidade de extinção, tal qual a ave asiática? É quase uma vingança, um acerto de contas da natureza. Aves asiáticas em extinção nos colocando na mesma situação. Seria uma enorme coincidência. Seria. Primeiro pois eu não acredito em coincidências, e segundo porque Oásis é bem mais que uma parte excluída no desert...
nós Ele é seu, nosso. Vosso... Posso? É uma coisa, que, sem querer: Causa um negócio. É lindo, leite ninho, mas bem que prefere um danoninho. Sorri sem querer. alegra o viver ... tem que conhecer! Feliz de quem cruzar... João, sempre a brincar. Não finjo, não corro, não nego. Um dia, que há dias espero.
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